“Eu deveria me preocupar com a exposição à radiação de exames de raios X e tomografia?” Vamos lá – e com números!

Dados de pesquisa nos EUA indicam que, em média, a população norte-americana realiza mais de 85 milhões de exames de tomografia computadorizada anualmente. Isso, comparado aos anos 80, com quase três milhões de exames anuais, apresenta um crescimento aproximado de quase 3000% quando o assunto é relacionado com a exposição à radiação.

Lá em 2004, pesquisas já indicavam: uma pessoa de 45 anos que realizava 30 exames de tomografia computadorizada, durante um ano, teria apenas 2% de risco de morte motivada por câncer. E em 2009, ainda nos EUA, um outro estudo indicou resultados similares, com somente 2% dos 1,7 milhões de cânceres diagnosticados no período de 2 anos como consequências de exames de tomografia computadorizada.

O físico médico especialista, Russ Ritenour, da Universidade de Medicina da Carolina do Sul, defende que não existe um número certo de exames definidos que possam realmente apresentar uma acentuação negativa à saúde. E que sim, a própria radiação apresenta um risco, mas, ainda segundo Ritenour, ela é indispensável à medicina – já que a ameaça é insignificante quando comparada a possibilidade do indivíduo precisar tomar muitos remédios como dorflex ou paracetamol durante o resto de sua vida.

A reportagem completa (em inglês) com o sr. Russ Ritenour pode ser vista em: 

Washington Post

Veja também o nosso artigo que fala sobre como a Inteligência artificial diferencia falso-positivos em mamografias de achados malignos e benignos.

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