Apesar de ser uma forma diferente de empreendimento, a clínica de radiologia não deixa de ser um negócio. Por esse motivo, é importante ter ciência de tudo que acontece dentro dela, principalmente quando o assunto envolve dinheiro.

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Nesse sentido, o controle de métricas é algo essencial. O CAC (Custo de Aquisição de Cliente), por exemplo, nada mais é do que uma métrica que serve para indicar quanto é preciso ser investido para atrair cada novo paciente.

Quer entender um pouco mais sobre o assunto e aprender a calcular o CAC? Então continue a leitura!

Qual a importância do CAC para uma clínica?

Como o Custo de Aquisição de Clientes é uma métrica, ele pode ser usado para apontar possíveis gastos desnecessários, prejuízos ou oportunidades de investimento. Mas, para tirar o máximo de proveito dessa métrica, é necessário pensar nela em associação ao seu negócio.

Por exemplo: no caso da radiologia existe uma forte tendência de os pacientes chegarem à clínica por meio de indicações. Apesar disso, algumas instituições também fazem propaganda em rádio, TV e meios digitais, além de outros meios, como a panfletagem por exemplo.

Nesse exemplo dado, é interessante saber o CAC em cada um dos meios listados para entender quais devem ser mantidos como estão, quais precisam ter mais investimento e quais não têm um custo – benefício adequado.

O que é preciso saber para calcular o CAC?

Como a aquisição de pacientes não é feita por uma única via, é preciso ter ciência de qual meio fez com que a pessoa decida fazer uso dos serviços da clínica. Assim, no momento em que um profissional estiver fazendo o registro do paciente, é importante que essa informação também seja acrescentada ao questionário.

Conhecer o que atraiu o paciente para a clínica é um pré-requisito para que seja possível calcular o Custo de Aquisição de Cliente. Além disso, é indispensável que todo o tipo de investimento feito para a captação de pacientes seja registrado, pois esses valores também entrarão na conta do CAC.

Como é feito o cálculo do Custo de Aquisição de Clientes?

A parte mais difícil para se calcular o CAC é a coleta de dados de cada paciente. A conta, por outro lado, é simples de ser feita: basta dividir o investimento na modalidade de marketing pelo número total de pacientes adquiridos. Veja o exemplo abaixo.

Imaginemos que, no mês de julho, foram investidos R$ 500,00 em panfletagem. Ao final do mês de agosto, foram contabilizados 30 pacientes captados por meio da ação. Nessa situação temos o seguinte cálculo:

CAC = Investimento para captação de pacientes ÷ Número de pacientes atraídos

CAC = R$ 500,00 ÷ 30 = R$ 16,67

No exemplo dado, o custo de aquisição de cada paciente foi de R$ 16,67; ou seja, cada paciente que chega à clínica por meio da panfletagem está custando individualmente o valor de R$ 16,67.

O que pode ser feito com os dados obtidos no CAC?

Com um CAC organizado, é possível entender qual foi o custo geral e qual foi o custo individual de cada meio de divulgação para a aquisição de pacientes. Isso significa que é possível entender quais canais oferecem maior possibilidade de lucro e quais apresentam um maior risco de prejuízo.

Dessa forma, o CAC pode ser usado como uma medida estratégica para veicular a clínica de maneira mais eficiente, de forma a atingir grandes públicos, reduzindo, assim, o custo individual de aquisição de cada paciente.

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