Blog da STAR Telerradiologia
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O que é telerradiologia?
Telerradiologia refere-se à transmissão de imagens de exames e dados clínicos através da internet. Isso permite que radiologistas e outros médicos acessem imagens médicas de qualquer lugar, facilitando diagnósticos rápidos e eficientes mesmo à distância. A prática vem revolucionando o acesso à saúde, especialmente em áreas onde o acesso a especialistas em radiologia é escasso.
Revisado por Dr. Virginio Rubin.
Artigos Publicados
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Indicadores operacionais em telerradiologia: aplicação prática na gestão
Em clínicas e centros diagnósticos, a gestão da telerradiologia costuma perder precisão quando se apoia apenas em impressões de rotina. A fila parece controlada em alguns dias, o prazo parece aceitável na média e o volume parece compatível com a equipe disponível. Ainda assim, a operação oscila. A origem desse descompasso quase sempre está na ausência de indicadores capazes de(...)
Gestão de capacidade diagnóstica em serviços de imagem: demanda, prazo e produtividade
Em clínicas e centros de imagem, capacidade diagnóstica costuma ser tratada de maneira simplificada, quase sempre como sinônimo de quantidade de exames que um serviço consegue liberar em determinado período. A realidade é mais complexa. Capacidade, nesse contexto, não depende apenas do número de radiologistas disponíveis nem do prazo médio de entrega do laudo. Ela resulta da combinação entre perfil(...)
Retaguarda radiológica especializada: a telerradiologia na cobertura assistencial de hospitais
Em hospitais e redes assistenciais com operação contínua, a discussão sobre telerradiologia costuma ser empobrecida quando se reduz o tema à simples leitura remota de exames. O ponto mais relevante não é a distância física entre o radiologista e a unidade executante. O que realmente importa é a capacidade de sustentar cobertura diagnóstica com critério técnico, disponibilidade assistencial e aderência(...)
Eficiência operacional em telerradiologia ambulatorial para clínicas e centros de imagem
Em telerradiologia ambulatorial, eficiência operacional costuma ser tratada de forma estreita, quase sempre reduzida ao prazo de entrega do laudo. Esse recorte é insuficiente. Em clínicas e centros de imagem, o desempenho real da operação depende de um conjunto mais amplo de fatores: previsibilidade do fluxo, estabilidade da capacidade de resposta, coerência interpretativa, organização da fila diagnóstica e aderência do(...)
JPR 2026: informações da 56ª Jornada Paulista de Radiologia
A Jornada Paulista de Radiologia (JPR) costuma ser descrita como o encontro mais relevante do diagnóstico por imagem na América Latina. Em 2026, essa percepção se sustenta não por um slogan, mas por um conjunto objetivo de fatores: escala, densidade científica, presença internacional e a capacidade de reunir, no mesmo espaço, educação continuada, debate clínico e tecnologia aplicada. A 56ª(...)
IMAGINE 2026: congresso do HCFMUSP segue relevante para a atualização em radiologia
O IMAGINE 2026 está em realização neste momento, entre os dias 25 e 27 de março, em formato híbrido, reunindo a 24ª edição do Congresso de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do HCFMUSP. Ligado ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e ao Instituto de Radiologia, o encontro ocupa um espaço próprio no calendário(...)
Por que é importante contar com subespecialistas em exames de imagem?
Quando alguém faz um exame de imagem (pode ser uma tomografia, uma ressonância magnética ou até uma simples ultrassonografia) o que se espera é clareza no resultado. A imagem está lá, visível, mas a interpretação correta dela exige muito mais do que parece à primeira vista. Não basta saber olhar, é preciso saber enxergar. E quem enxerga com mais profundidade(...)
CBR e PADI na prática: como transformar diretriz em rotina operacional
Diretriz é confortável no papel e ingrata na rotina. Ela diz o que “deveria” acontecer, mas não resolve sozinha a pergunta que gestores e lideranças médicas enfrentam todo dia: como garantir consistência quando a demanda sobe, o time gira, os protocolos variam entre unidades e a pressão por prazo encurta o raciocínio? CBR e Padi ajudam justamente por oferecerem um(...)
Inteligência operacional na radiologia: o papel dos KPIs clínicos e administrativos
A inteligência operacional na radiologia conecta desempenho, segurança e experiência do médico solicitante em um mesmo ciclo de melhoria. Em telerradiologia, em que o serviço ocorre de forma distribuída, os indicadores de performance funcionam como linguagem comum entre hospitais, clínicas e equipes de laudo. Quando bem definidos e monitorados, reduzem variabilidade, aumentam previsibilidade e sustentam decisões clínicas mais seguras. Entre(...)
Subespecialização em telerradiologia: quando ela faz diferença?
Subespecialização é uma palavra que costuma ser vendida como sinônimo de qualidade. Só que, na prática, ela só muda o jogo quando bem aplicada, reduzindo incertezas relevantes ou melhorando a comunicação clínica. Em telerradiologia, esse ganho pode ser enorme, mas não aparece em todos os casos e nem em todo serviço. O ponto central é a previsibilidade. Não basta ter(...)
