quarentena coronavírus estacao da luz sao pauloA quarentena trouxe medidas de distanciamento social implantadas pelo Governo de São Paulo que surtiram efeito. Estudos apontam que a disseminação do coronavírus (COVID-19)parece ter diminuído. Este era o principal foco, de forma que o sistema de saúde não ficasse sobrecarregado, como ocorreu em outros países.

A expectativa era que, sem a quarentena decretada pelas administrações estadual e municipal da capital paulista, o pico de casos e internação seria na primeira semana de abril, o que colapsaria o sistema de saúde.

A conclusão é de um estudo feito pelo Instituto Butantan, em parceria com o Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo e a UnB (Universidade de Brasília). Os resultados foram divulgados nesta segunda-feira (30), no Palácio dos Bandeirantes, durante entrevista coletiva do Governador João Doria.

 

Quarentena funciona: São Paulo retarda o pico da pandemia e segura colapso do sistema de saúdeÉ uma explicação científica e fundamentada para mostrar a importância das medidas restritivas que foram adotadas em São Paulo. Peço mais uma vez às pessoas que fiquem em casa e preservem suas vidas. Nós teremos a oportunidade de recuperar a economia do Estado de São Paulo, o mais pujante do país. Mas, neste momento, a nossa prioridade é proteger vidas”, disse Doria.

A capital paulista possui em torno de 6 mil leitos hospitalares e outros mil de UTI. Graças ao distanciamento social e redução da transmissão, a expectativa é que o pico das internações pelo coronavírus seja, neste novo cenário, na última semana de abril, possibilitando maior preparo por parte do sistema de saúde para receber esses pacientes.

Ainda segundo projeções realizadas por epidemiologistas do Instituto Butantan, sem as medidas de restrições do Governo de São Paulo, a epidemia de coronavírus no Estado duraria 180 dias, contados desde fevereiro – quando o primeiro caso foi registrado -, e terminaria em setembro. Nesse cenário, seriam ao todo 277 mil mortes, 1,3 milhão de hospitalizados e 315 mil casos graves com necessidade de internação em UTI.

 

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