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Sobre Dr. Virginio Rubin

Médico (FCM-UNICAMP), radiologista musculoesquelético (HC-FMUSP) com MBA em Administração, Negócios e Marketing (FGV). Diretor Clínico da STAR Telerradiologia e coordenador no ICESP-HCFMUSP.
CRM-SP 140.585

Medicina Nuclear

A medicina nuclear é uma especialidade médica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo para diagnosticar e tratar uma variedade de doenças.

Esta técnica é fundamental para a obtenção de imagens detalhadas do funcionamento interno dos órgãos, contribuindo para um diagnóstico mais preciso.

Aplicada em diversas áreas como cardiologia, oncologia e neurologia, a medicina nuclear oferece um método não invasivo para avaliar condições médicas.

Com a evolução da tecnologia, esta área tem apresentado avanços significativos, aumentando a eficácia e a segurança dos procedimentos.

Este artigo visa explorar os princípios, as aplicações e os recentes desenvolvimentos na medicina nuclear, destacando seu impacto no campo da saúde moderna.

O que é medicina nuclear?

Medicina nuclear é uma especialidade da medicina que utiliza pequenas quantidades de radioisótopos para examinar a função de órgãos e tecidos.

Essas substâncias são administradas ao paciente por injeção, aspiração ou deglutição, conforme a área do corpo a ser observada.

Depois disso, elas emitem energia na forma de fótons ou de pósitrons detectados por equipamentos específicos e processados por computadores.

Assim, gerando imagens estáticas e/ou dinâmicas que ilustram o funcionamento do órgão estudado.

Os radioisótopos são ligados a moléculas carreadoras, as quais variam conforme a região a ser observada e o objetivo do escaneamento.

Dessa forma, formando os radiofármacos, que serão administrados ao paciente.

Pode-se usar, por exemplo, moléculas carreadoras que são metabolizadas como açúcares ou proteínas específicas, ou que sejam absorvidas apenas em determinada região do corpo, o que torna o imageamento preciso.

Além disso, pode-se escolher “marcar” moléculas com radioisótopos e avaliar sua distribuição pelo corpo.

Como é o caso da marcação de leucócitos para identificar focos de inflamação / infecção, e de hemácias para avaliar sangramentos.

A tecnologia, em constante aperfeiçoamento, é utilizada há mais de 50 anos como método diagnóstico na radiologia.

É uma técnica extremamente segura, uma vez que as doses de radiação são pequenas para tais fins e casos de alergia aos tracers são raros.

Em diagnósticos, a medicina nuclear gera praticamente a mesma quantidade de radiação no paciente do que um raio X comum.

 

Tecnologias e Equipamentos na Medicina Nuclear

A cintilografia é um dos principais procedimentos na medicina nuclear.

Utiliza uma câmera gama para capturar imagens após a administração de radiofármacos.

Essas imagens são essenciais para avaliar funções cardíacas, renais, pulmonares, entre outras.

A tomografia por emissão de pósitrons (PET) é outra técnica importante.

Combina a medicina nuclear com a tomografia computadorizada (CT), proporcionando imagens detalhadas tanto da anatomia quanto do metabolismo dos tecidos.

Essa combinação é particularmente útil na oncologia para localizar e avaliar tumores.

O SPECT, ou tomografia computadorizada por emissão de fóton único, é semelhante ao PET.

Foca em avaliações neurológicas e cardíacas, utilizando radioisótopos diferentes dos usados no PET.

Seus resultados ajudam a entender melhor doenças como Alzheimer e Parkinson.

Além dessas, novas tecnologias estão em desenvolvimento, buscando aprimorar a precisão diagnóstica e reduzir a exposição à radiação.

Esses avanços incluem novos radiofármacos e métodos de imagem híbridos, combinando técnicas para oferecer uma visão mais abrangente das condições de saúde.

A constante inovação tecnológica na medicina nuclear reflete o compromisso contínuo com a melhoria do diagnóstico e tratamento de doenças.

 

Onde a medicina nuclear é utilizada?

A medicina nuclear pode ser aplicada na detecção de doenças em seus estágios mais iniciais.

Como por exemplo, antes que causem alterações estruturais detectáveis por exames anatômicos.

A técnica é muito utilizada no diagnóstico e seguimento de diversos tipos de câncer, avaliação de doenças cardíacas, endócrinas, neurológicas e gastrointestinais.

Os tipos de escaneamento mais comuns da medicina nuclear são:

  • coração, com possibilidade de avaliar o fluxo arterial sanguíneo em situações de repouso e estresse, função cardíaca, danos ao músculo cardíaco após um infarto, avaliação funcional após procedimentos de revascularização, rejeição de transplantes cardíacos, entre outros.
  • renais, para avaliar a função diferencial entre os rins, identificação de possíveis obstruções no sistema coletor, cicatrizes decorrentes de infecções.
  • tireoide, para avaliar a função da glândula e nódulos.
  • cérebro, para avaliar focos epileptogênicos em pacientes com convulsão, avaliação de déficit cognitivo, perfusão sanguínea.
  • mama, para auxílio na localização de nódulos malignos.
  • ossos, para avaliação de processos osteodegenerativos articulares, doenças ósseas benignas e malignas (tumores).

 

O que a medicina nuclear pode diagnosticar?

médicos conversando sobre exame de medicina nuclear

Para fins diagnósticos, os radioisótopos mais comumente empregados na medicina nuclear são:

• tecnécio-99 (marcação de diversas moléculas carreadoras);

• iodo-131 (avaliação de doenças na tireoide e tratamento de câncer na tireoide);

• gálio-67 (atualmente mais utilizado para avaliação de possíveis focos infecciosos);

• tálio-201 (doenças cardíacas).

O exame diagnóstico mais antigo da medicina nuclear é a cintilografia.

Nela, o radiofármaco é administrado ao paciente geralmente por injeção, e este é “lido” pelo equipamento gama câmara.

Cintilografia óssea, do miocárdio, renais e da tireoide são exemplos comuns.

O exame PET-CT consiste numa tecnologia diferente e mais atual no Brasil.

Ao invés de se ler raios gama, são lidos pósitrons, que são emitidos por radiofármacos diferentes aos que são empregados nas cintilografias.

O mais comum e mais utilizado no Brasil é o 18-FDG, ou fluorodesoxiglicose, que ilustra o metabolismo glicolítico no corpo.

É utilizado para a detecção e monitoramento de diversos tipos de câncer, como avaliação de resposta a tratamentos e método de averiguação de possíveis metástases.

O 18-FDG consiste em moléculas análogas da glicose, e uma vez que este metabolismo nas células cancerosas é geralmente altíssimo, há aumento da sua captação.

 

Quais os tratamentos feitos por medicina nuclear?

A mesma técnica de unir um isótopo radioativo a alguma molécula, usada no imageamento diagnóstico da medicina nuclear, pode ser também utilizada para auxiliar tratamentos a determinadas regiões do corpo.

Um dos exemplos mais clássicos de radiofármacos é o tratamento com o iodo-131, usado há mais de 50 anos no tratamento de hipertireoidismo e de câncer na tireoide.

Trata-se de um isótopo radioativo do iodo que é ingerido pelo paciente, em formato líquido ou em cápsulas, em uma única dosagem.

Ao ser absorvido nas regiões tireoidianas em metástase, emite a energia radioativa, eliminando as células nocivas.

Outros exemplos de radiofármacos utilizados em tratamentos médicos são o samário-153, para tratamento paliativo de tumores ósseos.

E o 177Lutécio- DOTATATO, para tratamento de tumores neuroendócrinos bem diferenciados.

A cada ano, novos radioisótopos são identificados e liberados para uso em tratamentos médicos.

Um dos mais recentes, aprovado pela Food and Drug Administration norte-americana em 2013, é o Rádio-223, utilizado em terapias contra câncer nos ossos de origem prostática.

Ele é especialmente interessante por emitir partículas alfa (os exemplos acima emitem partículas beta), capazes de liberar uma quantidade maior de energia em um raio menor de atuação, sugerindo uma terapia mais eficiente.

 

Impacto da Medicina Nuclear na Detecção Precoce de Doenças

A detecção precoce de doenças é uma das maiores contribuições da medicina nuclear.

Técnicas como PET e SPECT permitem identificar alterações patológicas antes que se manifestem clinicamente.

Esta capacidade de detecção antecipada é crucial para o sucesso no tratamento de várias doenças, incluindo câncer.

Os radiofármacos utilizados na medicina nuclear são projetados para se acumular em tecidos específicos.

Essa especificidade torna possível visualizar anormalidades metabólicas ou funcionais que são indicadores precoces de doença.

Assim, os médicos podem iniciar tratamentos mais cedo, muitas vezes antes do aparecimento de sintomas.

A medicina nuclear também tem um papel importante no monitoramento da resposta ao tratamento.

As imagens obtidas podem mostrar como um tumor está reagindo à terapia, orientando ajustes no plano de tratamento.

Essa informação ajuda a evitar procedimentos desnecessários e a otimizar as estratégias terapêuticas.

 

Medicina Nuclear e Terapias Personalizadas

acompanhamento medico apos cancer

A medicina nuclear está na vanguarda do desenvolvimento de terapias personalizadas.

Os radiofármacos podem ser usados não apenas para diagnóstico, mas também para tratamento, conhecido como teranóstica.

Esta abordagem combina diagnóstico e terapia, permitindo tratamentos altamente direcionados e individualizados.

Na terapia com radioisótopos, os radiofármacos são projetados para atacar células específicas, como células cancerosas.

Isso permite um tratamento mais eficaz com efeitos colaterais minimizados, comparado aos métodos convencionais.

Essas terapias são particularmente promissoras no tratamento de tipos de câncer que são difíceis de tratar com abordagens tradicionais.

A medicina nuclear também contribui para a farmacogenômica, que estuda como o genoma de um indivíduo afeta sua resposta a medicamentos.

Ao combinar informações genéticas com imagens de medicina nuclear, os médicos podem personalizar ainda mais os tratamentos.

Esta integração de genômica e imagens é um passo importante em direção à medicina de precisão, que visa otimizar a eficácia terapêutica para cada paciente.

 

Cenário da Medicina Nuclear no Brasil

Dada a sensibilidade e especificidade dos materiais utilizados, é de se esperar que a medicina nuclear no Brasil seja polarizada nos grandes centros econômicos e populacionais.

Todavia, é gritante a diferença entre regiões do país em termos de disponibilidade de clínicas e de profissionais habilitados.

Para funcionar, uma clínica com serviços de medicina nuclear deve requisitar aprovação da autoridade sanitária local e da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear).

Além disso, deve ter um aparato logístico sofisticado, tanto para proteção de equipe e de estruturas ao material radioativo quanto para a obtenção dos materiais em si.

No Brasil, há apenas 14 centros produtores de radioisótopos, 64% nas regiões Sul e Sudeste, e nenhum na região Norte.

De acordo com dados da CNEN, em 2010 havia 342 clínicas de medicina nuclear no país. Médicos especializados na área somavam 353, e havia 187 supervisores.

A distribuição de médicos e supervisores acompanha a de clínicas, superconcentradas nas regiões Sul e Sudeste, que abrigavam quase 80% dos centros especializados no país.

Havia apenas 06 clínicas na região Norte, 22 na Centro-Oeste e 50 na Nordeste.

Todavia, as projeções de crescimento são otimistas.

Em 2020, um levantamento da Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear apontava 430 clínicas habilitadas a fornecer serviços de medicina nuclear no país – um crescimento de 20% em uma década.

A entidade, ainda, estimou em 5% o crescimento anual do mercado a partir de 2018.

 

Aspectos Éticos e Regulamentações na Medicina Nuclear

A medicina nuclear envolve considerações éticas significativas, principalmente relacionadas ao uso de material radioativo.

É essencial garantir que os benefícios dos procedimentos superem os riscos potenciais de exposição à radiação.

Os profissionais devem seguir rigorosos códigos de ética e diretrizes de segurança para proteger tanto os pacientes quanto a si mesmos.

As regulamentações governamentais desempenham um papel crucial na supervisão da medicina nuclear.

Estabelecem padrões para o uso seguro e eficaz de radiofármacos e equipamentos de imagem.

Essas normas são essenciais para manter a qualidade e a segurança dos cuidados ao paciente.

A consentimento informado é outra questão ética fundamental.

Os pacientes devem receber informações claras e compreensíveis sobre os riscos, benefícios e alternativas dos procedimentos de medicina nuclear.

Este processo garante que os pacientes tomem decisões bem-informadas sobre seu próprio tratamento.

 

Formação e Desenvolvimento Profissional em Medicina Nuclear

medico em residencia medica

A formação em medicina nuclear exige uma combinação de conhecimento em física, biologia, química e medicina.

Os profissionais devem estar bem versados em princípios de radioproteção e técnicas de imagem.

Esta educação multidisciplinar é crucial para garantir a competência e a segurança na prática.

O desenvolvimento profissional contínuo é vital na medicina nuclear, dada a rápida evolução da tecnologia e dos procedimentos.

Os profissionais devem se manter atualizados com as últimas pesquisas, tecnologias e melhores práticas.

Conferências, workshops e publicações científicas são recursos importantes para o aprendizado contínuo.

A colaboração interdisciplinar também é um aspecto importante do desenvolvimento profissional.

O trabalho em equipe entre médicos, físicos, farmacêuticos e tecnólogos melhora a qualidade do diagnóstico e tratamento.

Essa colaboração facilita a integração de novas pesquisas e tecnologias na prática clínica, beneficiando os pacientes com os melhores cuidados disponíveis.

 

Integração com outras modalidades de imagem

A integração da medicina nuclear com outras técnicas de imagem é uma tendência crescente.

Essa combinação oferece uma visão mais holística das condições de saúde do paciente.

Por exemplo, PET/CT combina a capacidade metabólica do PET com a resolução anatômica do CT.

Essa abordagem híbrida melhora significativamente a precisão do diagnóstico.

Ajuda a localizar lesões com mais precisão e fornece um contexto anatômico para as anormalidades metabólicas identificadas.

Isso é particularmente útil em oncologia, onde a localização e o tamanho do tumor são críticos para o planejamento do tratamento.

Além de PET/CT, outras combinações como PET/MRI estão sendo exploradas.

PET/MRI combina as capacidades de imagem funcional e metabólica do PET com a excelente resolução de tecidos moles do MRI.

Esta tecnologia é promissora para aplicações neurológicas e pediátricas, onde a exposição à radiação é uma preocupação.

 

Desafios na Pesquisa e Desenvolvimento de Novos Radiofármacos

O desenvolvimento de novos radiofármacos é complexo e desafiador.

Exige uma compreensão profunda da biologia, química e física, além de rigorosos testes de segurança e eficácia.

A pesquisa em novos radiofármacos é impulsionada pela necessidade de diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes.

Os novos agentes devem ser altamente específicos para as células ou processos que se deseja visualizar ou tratar.

Isso requer uma colaboração estreita entre cientistas, médicos e engenheiros.

Além disso, a produção de radiofármacos enfrenta desafios logísticos, pois muitos radioisótopos têm meias-vidas curtas.

Isso exige instalações de produção próximas aos centros de tratamento e sistemas de distribuição eficientes.

O financiamento também é um desafio, pois a pesquisa e desenvolvimento de radiofármacos é um processo caro.

Requer investimento significativo e muitas vezes enfrenta obstáculos regulatórios.

Apesar desses desafios, o desenvolvimento de novos radiofármacos continua a ser uma área de pesquisa ativa e promissora, com potencial para revolucionar a medicina nuclear.

 

Causas de má qualidade nas imagens

A qualidade das imagens em medicina nuclear pode ser afetada por vários fatores.

Um dos principais é o movimento do paciente durante o exame.

Mesmo pequenos movimentos podem causar borrões nas imagens, reduzindo sua clareza e precisão.

Outro fator importante é a distribuição inadequada do radiofármaco no corpo.

Isso pode ocorrer devido a problemas na formulação do radiofármaco ou na sua administração.

Uma distribuição irregular pode levar a imagens imprecisas ou enganosas.

Além disso, problemas técnicos com o equipamento de imagem também podem comprometer a qualidade.

Isso inclui calibração inadequada, falhas nos detectores e software de processamento de imagem desatualizado.

Manter o equipamento em condições ótimas é crucial para garantir a obtenção de imagens de alta qualidade.

 

Inovação na Emissão de Laudos

medica escrevendo laudo para telerradiologia

Na medicina nuclear, o tempo é um fator crítico, especialmente quando se trata de diagnósticos de PET-CT.

Acelerar o processo de diagnóstico pode significar a diferença entre um tratamento eficaz e a perda de uma janela crítica de intervenção.

A agilidade não somente beneficia o paciente, mas também otimiza a eficiência operacional das instituições de saúde.

Muitas instituições enfrentam dificuldades em emitir laudos de PET-CT em prazos curtos.

A complexidade dos exames e a necessidade de análise detalhada por especialistas frequentemente resultam em atrasos.

Encontrar uma solução que combine rapidez e precisão tem sido um desafio contínuo no campo da medicina nuclear.

A incorporação de tecnologias avançadas e a expertise de especialistas capacitados são essenciais para superar esses desafios.

A integração de sistemas de informação em saúde também desempenha um papel crucial na agilização do fluxo de trabalho.

 

Compromisso da STAR Telerradiologia com Laudos PET-CT Urgentes

A STAR Telerradiologia se destaca por fornecer laudos de PET-CT em prazos excepcionalmente curtos.

Com um compromisso de entregar laudos de rotina em apenas 2 dias úteis e laudos urgentes em 6 horas, a empresa estabelece um novo padrão no mercado.

Essa agilidade é um diferencial crucial, beneficiando pacientes que necessitam de diagnósticos rápidos para tratamentos oportunos.

Para alcançar tais prazos, a STAR Telerradiologia investe em tecnologia de ponta e na capacitação contínua de sua equipe.

A combinação de radiologistas altamente qualificados e sistemas de inteligência artificial garante precisão e rapidez.

Esse modelo operacional permite a análise eficiente de imagens, garantindo laudos detalhados e confiáveis em tempo recorde.

A capacidade da STAR Telerradiologia de fornecer laudos rápidos e precisos tem um impacto profundo na jornada do paciente.

Reduzindo a ansiedade de espera e possibilitando inícios de tratamentos mais rápidos, a empresa contribui significativamente para melhores resultados de saúde.

Além disso, essa eficiência beneficia os sistemas de saúde, aumentando a rotatividade de pacientes e otimizando a utilização de recursos.

 

Profissionais multidisciplinares

A STAR Telerradiologia se destaca por ter uma equipe com formação abrangente em radiologia e medicina nuclear.

Essa combinação de conhecimentos permite uma compreensão mais profunda e uma interpretação mais precisa dos exames de PET-CT.

A experiência em ambas as áreas é fundamental para identificar nuances nas imagens que podem ser cruciais para o diagnóstico correto.

Os especialistas são capazes de integrar informações de radiologia convencional com as particularidades da medicina nuclear, oferecendo um panorama mais detalhado da condição do paciente.

Esta abordagem multidisciplinar é particularmente valiosa para casos complexos, onde a precisão no diagnóstico pode ter um impacto significativo no plano de tratamento.

A STAR Telerradiologia investe continuamente na educação e atualização de seus profissionais.

Além de possuírem uma base sólida em radiologia e medicina nuclear, eles estão sempre se atualizando sobre as últimas tecnologias e práticas no campo.

Este compromisso com a excelência assegura que a equipe esteja sempre preparada para lidar com os desafios mais complexos da medicina diagnóstica, contribuindo para manter a empresa na vanguarda da telerradiologia.

 

Exame sem pedido médico: pode ou não pode?

O pedido médico compreende a condição física e a história clínica do paciente e é um requisito para processos de investigação diagnóstica ou tratamento. Ele também representa que o paciente está tendo acompanhamento médico, assegurando assim a sua saúde.

Não é incomum que pacientes ou familiares compareçam a um hospital ou clínica sem um pedido médico para realizar determinado exame radiológico.

Dessa forma, muitas dúvidas podem surgir.

É permitido realizar exames e elaborar o laudo médico correspondente sem um pedido médico?

Se o exame e o laudo forem feitos, quais as possíveis consequências para o serviço de imagem e para o médico?

Neste conteúdo, vamos abordar todos os pontos relacionado ao assunto.

 

O que dizem as resoluções sobre os pedidos médicos?

medico elaborando um pedido médico

O Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) tem pareces jurídicos e resoluções específicas sobre o assunto.

Primeiramente, é importante destacar que a solicitação de um exame médico é ato privativo do médico assistente, após atendimento direto e pessoal ao paciente.

O artigo 37 do Código de Ética Médica (Resolução CFM n° 2.217 de 27/09/2019) proíbe a prescrição de tratamentos ou procedimentos sem atendimento direto ao paciente.

Veja, na íntegra, o que diz a resolução:

“É vedado ao médico: prescrever tratamento e outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência
e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente depois de cessado o impedimento, assim como consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa”

Além disso, o CFM já afirmou, no PARECER-CONSULTA CFM nº1.445/97 – PC/CFM/Nº 27/97, o seguinte:

“Exame radiológico só pode ser requisitado por médico. Qualquer ato que vise diagnóstico, prognóstico ou terapêutico (execução ou prescrição) é ato médico e, portanto, privativo desse profissional. Comete falta ética o médico que aceitar realizar exame radiológico não solicitado por médico.”

Vale mencionar que odontologistas também podem solicitar exames radiológicos específicos.

Isto é, de acordo com a legislação que regula sua atividade, conforme foi afirmado no parecer PC/CFM/Nº 21/1985:

“A solicitação de exames complementares só pode ser feita por médico, porque é complementação do exame clínico, portanto, parte integrante do diagnóstico médico, o qual somente pode ser realizado por profissional legalmente habilitado (art. 17 da Lei 3.268 de 30/09/1957), respeitada, todavia, a legislação que regula a atividade dos odontólogos.”

Considerando os pareceres do CFM mencionados acima, o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) emitiu um parecer jurídico em 14/07/2017 em que afirma ser infração ética passível de punição realizar ou laudar um exame radiológico sem pedido médico.

Segundo o parecer:

“A solicitação de exame é ato privativo do médico e decorrente de exame clínico do paciente, sendo que sua realização, com o respectivo laudo, sem o correspondente pedido subscrito por médico assistente, configura infração ética, passível de ser punida pelos Conselhos Regionais de Medicina.

No caso de se verificar a infração ética até aqui delimitada – realização de exame e elaboração de laudo sem pedido médico – as responsabilidades serão atribuídas de forma solidária, entre o médico responsável pelo serviço e aquele que realizou o exame e o laudou, caso esse último tenha ciência de que não havia um pedido do médico assistente do paciente.”

O médico responsável pelo serviço é o responsável técnico do serviço de imagem.

Há, ainda, um outro parecer jurídico do CBR sobre o assunto que complementa o anterior.

Esse, afirma que o médico radiologista local pode atender o paciente e ele mesmo fazer o pedido médico, autorizando a realização do exame, desde que assuma a integral responsabilidade pelo ato.

Ou seja, o médico radiologista que faz o pedido médico fica responsável por orientar o tratamento do paciente ou encaminhá-lo para tratamento com outro médico, caso seja necessário.

 

Como funciona o pedido médico em casos a distância?

médico analisando um raio x com pedido médico

O artigo 3º da resolução do CFM nº 2.107/2014, que define e normatiza a telerradiologia, afirma o seguinte:

“A transmissão dos exames por telerradiologia deverá ser acompanhada dos dados clínicos necessários do paciente, colhidos pelo médico solicitante, para a elaboração do relatório.”.

Dessa forma, há obrigatoriedade do envio de dados clínicos junto com as imagens dos exames.

Todavia, não se especifica se os dados clínicos devem ser enviados na forma de pedido médico escaneado, questionário pré-exame escaneado, por escrito diretamente no sistema de telerradiologia, através de integração de sistemas, ou de outra maneira.

Entretanto, vale a pena voltarmos ao parecer jurídico do CBR de 14/07/2017, que afirma que o médico que lauda o exame pode ser co-responsabilizado eticamente se laudar um exame tendo “ciência de que não havia um pedido do médico assistente do paciente”.

Por conseguinte, conclui-se que mesmo que um centro de imagem não encaminhe o pedido médico junto com o exame a ser laudado (enviando os dados clínicos de outra forma), é necessário que este seja apresentado quando solicitado pelo médico radiologista que vai laudar (devido a alguma dúvida clínica, por exemplo).

Caso a clínica não tenha um pedido médico, o médico radiologista pode se negar a laudar o exame correspondente.

Isso porque ele poderá ser punido por infração ética caso laude um exame tendo ciência de que não há um pedido médico.

Todavia, caso o pedido médico tenha sido perdido, é possível que o centro de imagem entre em contato com o médico que solicitou o exame e peça para ele refazer o pedido e enviar para o centro de imagem.

Caso não exista mesmo um pedido médico, o médico radiologista local do centro de imagem pode decidir fazer um pedido médico.

Mas, neste caso, passará a ser o responsável por orientar o tratamento ou encaminhar o paciente para tratamento com outro médico.

Inclusive, assumirá a responsabilidade por verificar no laudo emitido por telerradiologia se há alguma alteração que necessite de tratamento de urgência.

 

Terceirização de Serviços na Saúde – 3 Benefícios para sua Clínica

Você já ouviu falar em terceirização de serviços na saúde? Algumas clínicas recorrem a essa prática para melhorar a sua efetividade. O resultado costuma ser positivo.

 

Mas a terceirização é viável?

Essa terceirização ocorre porque nem sempre é viável contratar especialistas para fazer laudos dos exames. Além dos custos de manter um profissional dessa escala, a clínica acaba ficando nas mãos de uma só pessoa. O que fazer então, caso o especialista precise faltar? Ou tirar férias? Todos sabemos que os serviços de saúde não podem parar.

Por essa razão, muitas clínicas já estão contratando serviços terceirizados de emissão de laudos de exames. Se a ideia parece atraente, saiba que a sua clínica também pode aderir a esse novo modelo. Basta contratar uma empresa especializada em laudos a distância.

Se você quer saber o que a sua clínica pode ganhar com essa mudança, leia a lista a seguir com três das principais vantagens da terceirização de laudos:

1. Ter acesso a especialistas

terceirizacao especialistas expecíficos

Esta talvez seja a maior das vantagens da terceirização: os especialistas. Fazer laudos de exames está ligado ao diagnóstico de doenças. É dele que depende o encaminhamento ao tratamento correto. Como não tratar com seriedade uma parte tão importante da medicina?

Entretanto, como afirmamos, seria impossível contar integralmente com um profissional especializado por meio da contratação. Se levarmos em conta que os melhores profissionais do ramo trabalham nas empresas especializadas na terceirização dos laudos, fica fácil entender por que contratá-las é a melhor opção.

Isso sem contar que você não depende de um único profissional: normalmente há uma equipe de radiologistas freelancers, e algumas empresas funcionam 24 horas. Resumindo: sempre haverá um especialista pronto para atendê-lo.

2. Reduzir custos

terceirização reducao de custo

Manter um profissional em sua clínica implica o pagamento de impostos e de um salário compatível com a média do mercado para a função. Nem precisamos dizer que, quanto mais qualificações um profissional tiver, mais caro ele será.

Além disso, os contratados têm direito a férias, décimo terceiro e, por melhor que seja, o proprietário ainda pode ficar sujeito a processos e ações trabalhistas. A terceirização o isenta de todos esses compromissos, reduzindo os custos, e ainda oferece um serviço de altíssima qualidade.

3. Otimizar o tempo

Terceirização Otimozacao de tempo

Os laudos emitidos por empresas terceirizadas normalmente ficam prontos em, no máximo, 48 horas. Para isso, basta que você tenha um computador e uma boa rede de internet para facilitar a interação.

Algumas exceções mais urgentes podem ficar prontas em até duas horas. E esses prazos não levam em conta a que horas o exame foi realizado. Ainda que você precise atender um paciente às 23:30, a empresa de laudos a distância poderá atendê-lo: um profissional contratado estaria fora do expediente a essa hora.

Além disso, sabendo que tem em quem confiar para a emissão dos laudos, você pode pôr o foco em outros setores da sua clínica, como administração e relacionamento com clientes.

Gostou do nosso post sobre a terceirização de serviços na saúde? Já está pensando em buscar essa alternativa para a sua clínica?

Leia também um artigo sobre como melhorar o atendimento em seus serviços de radiologia.

Gestão na saúde: 4 dicas para melhorar a gestão de um centro de radiologia

A gestão na saúde é uma estratégia que precisa ser definida conforme o perfil do serviço e das necessidades internas. A atenção dos gestores deve estar voltada à melhoria dos processos e eficiência das atividades.

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Em centros de imagem, as ações gerenciais devem ser programadas para evitar desperdícios de tempo e recursos e prejudicar a implantação de novas atividades em prol do crescimento da empresa.

Por isso, a fim de melhorar os processos do seu centro radiológico, não perca as 4 dicas que damos neste post. Confira!

1. Informatize o serviço

Em centros de radiologia, há as seguintes etapas: recepção do paciente, autorização do pedido, execução do exame radiológico, elaboração dos laudos e armazenamento das imagens e laudos. Nesse contexto, é interessante investir na informatização de todo o processo gerencial, uma vez que as tarefas serão realizadas de forma maís ágil e garantirão resultados mais rápidos, além de pacientes satisfeitos.

É muito importante utilizar um sistema RIS/HIS para integrar as informações do paciente desde o momento em que ele chega à recepção até o momento em que seu laudo é emitido.

2. Utilize ferramentas de gestão

As ferramentas de gestão têm o objetivo de levantar dados de produtividade e de pontos que precisam de atenção dentro do centro de imagem. E, quando esses indicadores são obtidos por sistemas RIS/HIS, as decisões são mais objetivas.

Para isso, é aconselhável obter informações fidedignas sobre o número de procedimentos realizados, percentual de falhas e reconvocação, absenteísmo, número de glosas pelos convênios e outros fatores que mostrem o diagnóstico situacional da empresa.

A partir desses pontos, é preciso utilizar ferramentas eficazes para contornar os percalços ou melhorar os serviços já existentes. Uma das formas de conseguir sucesso nessa empreitada é fazer treinamentos com a equipe técnica e administrativa, e adquirir novas tecnologias.

gestão na saúde star telerradiologia

 

Descubra como a implementação de um sistema de gestão impacta na produtividade do seu centro de diagnóstico.

 

3. Invista em tecnologia

Os equipamentos utilizados em centros de imagem devem permitir o diagnóstico com acurácia das diferentes patologias possíveis apresentadas pelos pacientes. Para tanto, devem ser atender requisitos mínimos de tecnologia e ser submetidos a programas de manutenção preventiva.

Caso a revisão periódica não garanta resultados satisfatórios ou o equipamento já tenha se tornado obsoleto, torna-se imprescindível adquirir tecnologias com custo-benefício favorável. Para tanto, é importante fazer uma análise criteriosa de custos e discutir as possibilidades com todos os gestores. O investimento em tecnologia deve possibilitar desfechos vantajosos em longo prazo.

4. Padronize os processos

A uniformização dos procedimentos em um centro radiológico é um desafio constante, porém necessário. Isso porque alguns exames exigem recomendações específicas, enquanto outros podem ser generalizados.

Portanto, é fundamental que as equipes administrativa e clínica elaborem em conjunto os processos padronizados, a fim de evitar falta de informação ou exclusão de itens importantes que comprometem o faturamento dos laudos. Uma das formas de garantir essa padronização é classificar os exames conforme sua complexidade, verificar as exigências para faturamento e observar as particularidades em relação à execução.

A gestão na saúde é tão importante quanto oferecer serviços clínicos de qualidade. Isso porque já se comprovou que os métodos gerenciais influenciam na eficiência das atividades. Por isso, é primordial investir em ferramentas que atendam à demanda clínica e administrativa da empresa.

E você, quais dicas considera essenciais para a sustentabilidade do centro de imagem?  Siga a STAR nas redes sociais e fique sempre por dentro das últimas novidades de Radiologia e Diagnóstico por Imagem!

Como aumentar os pacientes de um serviço de radiologia?

Saber como aumentar o número de pacientes em uma clínica de radiologia é um desafio para os gestores desse negócio.

Em linhas gerais, é preciso investir em ferramentas de gestão que garantam eficiência nos serviços e excelência no atendimento, o que elevará gradativamente o número de pacientes que farão exames radiológicos.

Nosso post de hoje tenta discutir alguns dos pontos necessários para isso!

 

Fidelize seus pacientes

médico acalmando paciente

A fidelização é uma prática que influencia consideravelmente no número de pacientes em um centro radiológico.

Para conseguir esse feito, é preciso investir em processos eficientes e equipamentos modernos.

Além disso, estratégias de fidelização, como programas de fidelidade, distribuição de brindes personalizados com a marca da clínica e implementação de um sistema de feedback, podem criar uma conexão mais forte com os pacientes.

Tudo isso visa fortalecer a sensação de valorização e cuidado.

Sabendo disso, é crucial manter rotinas padronizadas, funcionários bem treinados e com proatividade para a resolução de problemas administrativos e clínicos.

Além disso, é aconselhável pensar na informatização da instituição, incluindo a criação de sites, agregando agilidade e organização aos procedimentos, bem como é importante analisar o parque tecnológico existente no centro radiológico e verificar se o número e a qualidade estão conforme as demandas dos exames.

Somando esforços aos objetivos, é possível manter um padrão ótimo no atendimento, o que refletirá na fidelização de pacientes e na recomendação dos serviços para outros indivíduos.

 

Terceirize laudos

profissional de telerradiologia odontologica

Uma empresa radiológica, para atrair novos pacientes, deve ofertar atividades diferenciais em relação às suas concorrentes. Nesse sentido, é importante avaliar a possibilidade de terceirização de serviços, como no caso da emissão de laudos a distância.

A terceirização de laudos é uma tendência que vem crescendo exponencialmente entre os centros de radiologia. Os benefícios dessa contratação estão relacionados à redução de custos operacionais e humanos, além da entrega rápida e confiável de laudos de exames radiológicos emitidos por radiologistas especialistas.

As empresas terceirizadas que laudam exames clínicos contam com radiologistas especialistas durante todo o horário de funcionamento e são regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina. Sendo assim, suas ações são respaldadas e confiáveis, os exames e laudos são enviados de forma criptografada, e há a possibilidade de integração com os sistemas RIS/PACS locais.

 

Invista em estratégias

Estratégias como a realização de eventos comunitários e workshops educativos podem aumentar a visibilidade local. Estas iniciativas criam uma conexão direta com a comunidade, promovendo confiança e reconhecimento da marca. Parcerias com clínicas e hospitais locais também são estratégias eficazes, pois facilitam referências diretas de pacientes.

O marketing digital complementa as estratégias presenciais, ampliando o alcance e a eficácia. A presença online robusta, incluindo um website informativo e otimizado para motores de busca, é essencial. Redes sociais, como Facebook e Instagram, oferecem plataformas para engajar pacientes potenciais com conteúdo relevante e educativo. O marketing por email é outra ferramenta útil, permitindo a comunicação direta e personalizada com o público-alvo.

A publicidade paga online oferece um meio eficaz de alcançar um público mais amplo. Google Ads e anúncios em redes sociais podem direcionar tráfego qualificado para o site do serviço de radiologia. Segmentação e personalização dessas campanhas garantem que as mensagens atinjam os indivíduos mais propensos a se tornarem pacientes. Monitorar e analisar o desempenho dessas campanhas é crucial para entender o retorno sobre o investimento e ajustar as estratégias conforme necessário.

As avaliações e depoimentos de pacientes são recursos poderosos tanto no marketing presencial quanto digital. Encorajar pacientes satisfeitos a compartilhar suas experiências positivas pode melhorar a reputação e a confiabilidade do serviço. Esses depoimentos podem ser destacados no site, em materiais impressos e nas redes sociais. A gestão de reputação online, incluindo a resposta a avaliações e feedbacks, também é vital para manter uma imagem positiva e profissional do serviço de radiologia.

 

Obtenha indicadores

Os indicadores são ferramentas poderosas para avaliar a situação de uma empresa. Os dados levantados poderão nortear as decisões dos gestores e avaliar a implantação ao longo do tempo.

Nesse sentido, é interessante apurar informações a respeito de: número de exames radiológicos realizados mensalmente, tipos de procedimentos mais requisitados, percentual de reconvocações, etc.

Assim, para aumentar o número de pacientes no serviço de radiologia, é importante verificar quais atividades necessitarão de ajustes ou mudanças drásticas, a fim de atender todos os pacientes com a qualidade desejada.

Aumentar o número de pacientes em um centro de imagem exige conhecimentos gerenciais e levantamento dos principais obstáculos. As estratégias devem perpassar por fidelização de pacientes, terceirização de laudos radiológicos, melhoria dos processos e obtenção de indicadores fidedignos. Assim, ao desenvolver essas dicas, o gestor estará preparado para o aumento da produtividade.

E você, o que tem feito para aumentar o número de pacientes? Está inovando nos serviços clínicos e gerenciais? Que informação ainda precisa para melhorar os processos do centro de imagem onde trabalha? Assine nossa newsletter e fique por dentro de notícias desse universo!

Preço x qualidade: onde focar e o que é melhor para seus pacientes

Uma das principais preocupações dos brasileiros é a saúde, então uma realidade cada vez mais presente no cotidiano é o investimento na qualidade de vida.

Diante desse cenário, a relação entre preço e qualidade possui viés muito bem definido, tendo em vista que os pacientes fazem escolhas alicerçadas em suas necessidades, ou seja, não medem esforços quando o assunto é o bem-estar.

Por isso, oferecer um atendimento de qualidade em um serviço de imagem faz parte do processo não só de conquista como de fidelização dos clientes, hoje conscientes e exigentes frente ao que buscam.

Para que um centro de imagem faça a diferença no mercado, mostraremos neste post as prioridades que realmente devem ser mais valorizadas!

Ofereça um serviço humanizado e de qualidade

Preço X Qualidade

Atualmente, os clientes estão muito bem informados e críticos, e tendem a dar mais valor à qualidade do atendimento em relação ao valor direcionado para tal fim.

Dessa maneira, ofereça um serviço baseado na humanização, com profissionais competentes, motivados e preocupados em desempenhar cada vez melhor suas funções.

Do acolhimento ao momento de dar as orientações finais aos pacientes, a dica é manter a qualidade em primeiro lugar e tratá-los da forma mais humana e simpática possível.

Invista em novas tecnologias

Prontuários eletrônicos, sistemas de gestão integrada, comunicação direta com os pacientes, laudos de qualidade e equipamentos sintonizados com as inovações tecnológicas fazem a experiência dos pacientes se concretizar em boas avaliações.

Como a saúde não tem preço, trata-se de um ponto que faz grande diferença no momento delicado na vida das pessoas, já que doença muitas vezes pode ser sinônimo de dor.


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Portanto, quanto mais os pacientes se sentirem em casa em um centro de radiologia, sendo atendidos com qualidade e comprometimento, menores serão as influências do preço no momento em que eles realizarem a escolha de um serviço com maior qualidade em detrimento de um com menor.

Valorize os colaboradores

No entanto, para que tudo aconteça de forma harmônica, é preciso valorizar os colaboradores, incluindo os funcionários da limpeza, técnicos, biomédicos e médicos.

Ofereça cursos de capacitação e realize reuniões rotineiras para ouvir as sugestões e críticas. Enfim, esteja próximo dos colaboradores e invista em constantes melhorias.

Dessa forma, eles se sentirão valorizados, transferindo esse sentimento aos pacientes, ou seja, a qualidade do atendimento será bem melhor.

Faça a melhor escolha: preço x qualidade

Diante dos argumentos apresentados, não se apegue tanto aos valores cobrados pelos exames, desde que estejam dentro da realidade do mercado.

Saiba que os pacientes estarão sempre avaliando todos os aspectos da um serviço de imagem, do primeiro contato telefônico ou online ao momento de realizarem o exame.

Ou seja, faça de tudo para que a experiência, apesar da complexidade dos casos, seja algo que corresponda ao que todo ser humano espera. Portanto, invista em acolhimento, gentileza, amor e, principalmente, nos fatores que priorizarão a saúde como o bem maior!

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Afinal, como calcular o CAC de uma clínica de radiologia?

Apesar de ser uma forma diferente de empreendimento, a clínica de radiologia não deixa de ser um negócio. Por esse motivo, é importante ter ciência de tudo que acontece dentro dela, principalmente quando o assunto envolve dinheiro.

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Nesse sentido, o controle de métricas é algo essencial. O CAC (Custo de Aquisição de Cliente), por exemplo, nada mais é do que uma métrica que serve para indicar quanto é preciso ser investido para atrair cada novo paciente.

Quer entender um pouco mais sobre o assunto e aprender a calcular o CAC? Então continue a leitura!

Qual a importância do CAC para uma clínica?

Como o Custo de Aquisição de Clientes é uma métrica, ele pode ser usado para apontar possíveis gastos desnecessários, prejuízos ou oportunidades de investimento. Mas, para tirar o máximo de proveito dessa métrica, é necessário pensar nela em associação ao seu negócio.

Por exemplo: no caso da radiologia existe uma forte tendência de os pacientes chegarem à clínica por meio de indicações. Apesar disso, algumas instituições também fazem propaganda em rádio, TV e meios digitais, além de outros meios, como a panfletagem por exemplo.

Nesse exemplo dado, é interessante saber o CAC em cada um dos meios listados para entender quais devem ser mantidos como estão, quais precisam ter mais investimento e quais não têm um custo – benefício adequado.

O que é preciso saber para calcular o CAC?

Como a aquisição de pacientes não é feita por uma única via, é preciso ter ciência de qual meio fez com que a pessoa decida fazer uso dos serviços da clínica. Assim, no momento em que um profissional estiver fazendo o registro do paciente, é importante que essa informação também seja acrescentada ao questionário.

Conhecer o que atraiu o paciente para a clínica é um pré-requisito para que seja possível calcular o Custo de Aquisição de Cliente. Além disso, é indispensável que todo o tipo de investimento feito para a captação de pacientes seja registrado, pois esses valores também entrarão na conta do CAC.

Como é feito o cálculo do Custo de Aquisição de Clientes?

A parte mais difícil para se calcular o CAC é a coleta de dados de cada paciente. A conta, por outro lado, é simples de ser feita: basta dividir o investimento na modalidade de marketing pelo número total de pacientes adquiridos. Veja o exemplo abaixo.

Imaginemos que, no mês de julho, foram investidos R$ 500,00 em panfletagem. Ao final do mês de agosto, foram contabilizados 30 pacientes captados por meio da ação. Nessa situação temos o seguinte cálculo:

CAC = Investimento para captação de pacientes ÷ Número de pacientes atraídos

CAC = R$ 500,00 ÷ 30 = R$ 16,67

No exemplo dado, o custo de aquisição de cada paciente foi de R$ 16,67; ou seja, cada paciente que chega à clínica por meio da panfletagem está custando individualmente o valor de R$ 16,67.

O que pode ser feito com os dados obtidos no CAC?

Com um CAC organizado, é possível entender qual foi o custo geral e qual foi o custo individual de cada meio de divulgação para a aquisição de pacientes. Isso significa que é possível entender quais canais oferecem maior possibilidade de lucro e quais apresentam um maior risco de prejuízo.

Dessa forma, o CAC pode ser usado como uma medida estratégica para veicular a clínica de maneira mais eficiente, de forma a atingir grandes públicos, reduzindo, assim, o custo individual de aquisição de cada paciente.

4 boas práticas de atendimento telefônico ao paciente

Um serviço de atendimento telefônico ao paciente tem uma missão simples e clara: atender às expectativas do cliente, de forma eficiente e rápida.

Estrategicamente, é importante saber aproveitar esse momento de contato direto para melhorar o relacionamento de seu centro de imagem com seus pacientes.

Em linhas gerais, um bom atendimento valoriza o cliente, garante a efetiva solução das suas necessidades e, ao mesmo tempo, oferece uma vantagem essencial: fideliza pela confiança.

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Acompanhe este post e conheça 4 boas práticas de atendimento ao paciente para começar a usar já.

1. Entenda as necessidades do paciente

Para atender as expectativas do paciente é essencial, de imediato, entender suas necessidades. Afinal, por qual razão ele ligou? Trata-se de um agendamento de serviço ou quer saber se um laudo está pronto? Houve um atraso e o paciente não gostou? Há alguma outra reclamação?

É a partir desse entendimento que pode ser construído um relacionamento eficiente para a solução das necessidades específicas do paciente que está ligando e, eventualmente, para corrigir eventuais falhas que possam estar motivando alguma reclamação. Assim, esteja aberto para o que o paciente deseja e procure sempre perceber o que ele está sentindo. Pode ser que o objeto principal da questão esteja envolvido em uma embalagem emocional.

A arte de encantar resume toda a essência de um bom atendimento, em especial para se alcançar um atendimento humanizado.

2. Construa uma comunicação adequada

A essência da comunicação reside na clareza. Além de entender o que o paciente precisa, é necessário atendê-lo com boa vontade e com toda a clareza possível. Assim tem início o processo de encantamento do paciente.

Desse modo, comunicar-se é estabelecer um canal, uma via de duas mãos. Nessa via, você é capaz de entender o que o seu paciente deseja dizer, da mesma maneira como é capaz de se fazer entender por ele. A simplicidade do assunto não altera essas regras universais da boa comunicação.

Considere que a comunicação terá sido eficiente e se encaminha para o encantamento quando o paciente for atendido de forma simpática e clara e quando perceber que há empenho para resolver a questão que motivou a ligação. Dessa forma, mesmo que suas necessidades não forem atendidas de imediato, haverá a percepção de um atendimento adequado.

3. Capacite sua equipe de atendimento

Você, sua equipe ou quem quer que efetive a relação de atendimento com o paciente deve estar devidamente capacitado e sensibilizado para ter um bom desempenho na arte de atender.

Portanto, considere a realização de cursos específicos, assim como a observação e a avaliação do que está sendo efetivamente praticado. Acompanhe alguns atendimentos e avalie os resultados, anote as fragilidades, registre as iniciativas positivas e discuta com a equipe (mesmo que às vezes se trate de um único atendente).

4. Faça uso da tecnologia disponível

Para o atendimento telefônico, é possível utilizar uma unidade de resposta audível (URA) com gravações para o atendimento inicial quando a ligação chamar. Porém, não perca de vista o foco que deve estar na missão de atender às expectativas do cliente.

Os equipamentos existentes atualmente, mesmo os mais simples, permitem monitoria do atendimento, sua gravação e avaliação do desempenho apresentado. Todo o trabalho fica bem mais fácil, mas definitivamente, nada substitui a boa vontade e a presteza de um atendimento humanizado.

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Métodos de Diagnóstico por Imagem: quais são e diferenças

Mais de um século de desenvolvimento separam as primeiras descobertas do físico Wilhelm Röntgen, ganhador do prêmio Nobel por seus trabalhos com raios X, e o que entendemos dos métodos de diagnóstico por imagem hoje.

Além disso, além dos raios X, outros métodos de diagnóstico por imagem foram desenvolvidos.

Atualmente, há uma ampla gama de exames utilizados para diagnosticar doenças.

Os principais métodos de diagnóstico por imagem são:

  • Radiografia
  • Mamografia
  • Tomografia Computadorizada
  • Ressonância Magnética
  • Ultrassonografia
  • Densitometria Óssea
  • Cintlografia
  • Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET)
  • Tomografia por Emissão de Pósitrons acoplada à Tomografia Computadorizada (PET-CT)
  • Tomografia por Emissão de Pósitrons acoplada à Ressonância Magnética (PET-RM)

A seguir, vamos falar um pouco sobre cada tipo de exame, apresentando suas principais características.

 

Radiografia

metodo de diagnostico por imagem raio x

A radiografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais antigo.

Produz imagens das estruturas do corpo humano através da utilização de radiação ionizante (raios X).

Por essa razão, pode haver restrições para gestantes se submeterem a este tipo de exame.

Algumas de suas principais indicações são a avaliação de estruturas ósseas e articulares (fraturas, por exemplo), e a avaliação de doenças pulmonares (pneumonias, por exemplo).

Pode também ser realizado com a administração de meios de contraste para permitir uma melhor avaliação de determinados órgãos e estruturas, como os vasos sanguíneos e vísceras ocas.

Os meios de contraste mais utilizados são a base de iodo ou bário.

Os aparelhos também podem ser portáteis, um grande benefício a pacientes com mobilidade reduzida e acamados.

 

Mamografia

metodo de diagnostico por imagem mamografia

A mamografia é um tipo especial de radiografia utilizada para a avaliação das mamas.

Os mamógrafos (equipamentos para realizar mamografia) também geram imagens utilizando raios X.

A diferença é o material utilizado para gerar os raios X.

Enquanto os aparelhos de radiografia utilizam tungstênio, os mamógrafos fazem uso de ródio ou molibdênio, resultando na produção de raios X com menor energia.

Tem resolução de contraste superior ao da radiografia comum, possibilitando maior precisão para o diagnóstico precoce do câncer de mama.

A recomendação no Brasil, atualizada em 2015, é que mulheres entre 50 e 69 anos façam uma mamografia a cada dois anos.

Entretanto, a idade para começar a fazer o exame e o intervalo entre um exame e outro podem ser diferentes, dependendo de cada paciente.

Isto é, achados clínicos, histórico familiar, resultados de exames anteriores e outros fatores são levados em consideração.

 

Tomografia computadorizada

metodo de diagnostico por imagem tomografia computadorizada

A tomografia computadorizada é um dos métodos de diagnóstico por imagem que também utiliza radiação ionizante (raios X) para gerar imagens.

Entretanto, produz imagens tridimensionais, enquanto a radiografia cria imagens bidimensionais.

Como faz uso de radiação ionizante, também pode ter restrições para gestantes.

Gera imagens com alta resolução espacial.

Além disso, sua resolução de contraste permite diferenciar e analisar melhor do que a radiografia os diferentes tecidos presentes no corpo humano. Tais como: ossos, partes moles, vasos sanguíneos, vísceras abdominais, pulmões, entre outros.

Por ser um exame rápido e preciso, a tomografia computadorizada é bastante utilizada, inclusive em emergências.

Tal como a radiografia e outros métodos de diagnóstico por imagem, pode ser realizado com a administração de meios de contraste.

Permite a realização de exames angiográficos para avaliação dos vasos sanguíneos e o diagnóstico de certas patologias, o que muitas vezes não seria possível sem o seu uso.

 

Ressonância Magnética

metodo de diagnostico por imagem ressonancia magnetica

Esse exame utiliza um campo magnético, ondas de radiofrequência e bobinas receptoras para gerar imagens do corpo humano a partir das moléculas dos diferentes tecidos do corpo.

Ao contrário da radiografia e da tomografia computadorizada, o equipamento de RM não utiliza radiação ionizante.

Portanto, é um exame mais seguro para gestantes (mesmo não havendo relatos de riscos para o feto, recomenda-se evitar durante o 1º trimestre da gestação).

É um dos métodos de diagnóstico por imagem com altíssima resolução de contraste.

Permite avaliar de forma detalhada as diversas estruturas e órgãos do corpo humano, com destaque para os órgãos abdominais, para o encefálo e para estruturas do sistema musculoesquelético, incluindo uma avaliação sob outra ótica de estruturas ósseas.

É importante destacar que a ressonância magnética nem sempre é o “melhor” método de diagnóstico por imagem.

Isso porque, para a avaliação de cada doença, são indicados métodos de diagnóstico por imagem diferentes, e nem sempre a Ressonância Magnética é um deles ou o melhor entre eles.

Ademais, também pode ser feito com a administração de meio de contraste paramagnético por via endovenosa (gadolínio), melhorando sua precisão para diagnosticar algumas patologias.

 

Ultrassonografia

metodo de diagnostico por imagem ultrassonografia

A ultrassonografia fornece imagens produzidas por meio de ondas sonoras, produzidas e, depois, detectadas por meio de um transdutor (parte do aparelho que entra em contato com o corpo).

Não utiliza radiação ionizante e é bastante seguro para mulheres gestantes.

É amplamente utilizada na avaliação dos órgãos abdominais, dos vasos sanguíneos e é o principal método para avaliação fetal ao longo da gravidez.

Muitos confundem o conceito, mas o Doppler nada mais é do que uma Ultrassonografia que faz uso de uma função específica dos equipamentos habituais de ultrassom.

Assim, permite estudar o sentido e a velocidade do fluxo do sangue dentro dos vasos sanguíneos através da aplicação do Efeito Doppler.

 

Densitometria óssea

A densitometria óssea é um exame realizado para quantificar a densidade mineral dos ossos.

Pode ser indicado para o diagnóstico e o acompanhamento de osteoporose.

Tem o objetivo de identificar pacientes com risco de fraturas que possam se beneficiar do tratamento com medicação.

Utiliza uma pequena quantidade de radiação ionizante para gerar as imagens, assim como outros métodos de diagnóstico por imagem.

São utilizados dois feixes de raios X simultâneos com diferentes energias, que interagem de forma diferente com os tecidos ósseos e com os tecidos de partes moles (não ósseos) do paciente.

A densidade mineral óssea é calculada a partir da análise das diferentes absorções de cada feixe pelos ossos e pelos tecidos de partes moles.

 

Cintilografia

Cintilografia é o nome genérico que engloba diversos exames de imagem dentro da especialidade de medicina nuclear.

Este é um dos métodos de diagnóstico por imagem que também utiliza radiação, mas ao invés de o paciente receber radiação durante o exame, é ele quem a emite.

Para quem não está habituado com os conceitos físicos envolvidos, isso pode soar estranho.

Para que isso aconteça, é necessário que compostos radioativos sejam administrados ao paciente antes do exame, por via oral ou intravenosa, por exemplo.

Durante o exame, o equipamento de cintilografia detecta a radiação (raios gama) emitida pelas diversas estruturas e órgãos do corpo humano, gerando as imagens.

A quantidade de radiação é pequena e segura.

Para cada processo fisiológico ou patológico que se queira estudar em cada órgão ou estrutura, é necessário utilizar uma combinação de elemento radioativo associado a uma substância específica, com afinidades por diferentes órgãos e estruturas anatômicas.

Assim como outros métodos de diagnóstico por imagem, a cintilografia tem aplicação em diversas áreas da medicina.

Na oncologia, por exemplo, contribui na identificação de tumores ou metástases.

Na cardiologia, ajuda a determinar se o músculo cardíaco está recebendo suprimento de sangue adequado.

Na neurologia, auxilia o diagnóstico da doença de Parkinson.

Há outras diversas aplicações.

 

 Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET)

A PET avalia o metabolismo das estruturas analisadas, principalmente do cérebro, pulmões, fígado, ossos, músculos e outros órgãos.

Da mesma forma que a cintilografia, estes métodos de diagnóstico por imagem são realizados após a administração intravenosa de um material radioativo (radiofármaco ou radiotraçador) que se acumula na área do corpo a ser examinada.

Durante o exame, ocorre a emissão de raios gama a partir desta área, que são detectados pelo equipamento.

Por ter grande sensibilidade, é amplamente utilizada em áreas como a Neurologia e a Oncologia.

 

Tomografia por Emissão de Pósitrons acoplada à TC (PET-CT) ou à RM (PET-RM)

Basicamente, a PET-CT é um equipamento que permite a realização simultânea de uma PET e de uma TC.

Já na PET-RM, são realizadas a RM e a PET ao mesmo tempo.

As aplicações são parecidas com a PET, mas além das informações metabólicas da PET ganha-se também o detalhamento anatômico superior da TC ou da RM.

A principal aplicação dessas modalidades híbridas é a detecção de tumores e suas metástases.