Enciclopédia de Radiologia › Diagnóstico por Imagem

Diagnóstico por imagem

Guia de referência sobre os métodos de diagnóstico por imagem, as classificações usadas nos laudos e os procedimentos guiados por imagem. Para radiologistas, médicos solicitantes, tecnólogos e profissionais de serviços de imagem.

Aqui você encontra como cada exame funciona, quando é indicado, o que mostra e como ler o laudo. Preparo de exame e orientações ao paciente aparecem só como apoio.

Conteúdo produzido conforme a Política Editorial e revisado de acordo com a política de Revisão Médica. Encontrou um erro? Veja a Política de Correções.

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Guias principais

Os guias de referência da área. Cada um leva aos conteúdos mais específicos.

Exames de imagem: tipos e diferenças

Visão geral dos métodos, do raio X à medicina nuclear, e como escolher entre eles.

Radiologia: modalidades e áreas de atuação

O que é a especialidade, suas modalidades e as subespecialidades.

Raio X (radiografia)

Como a radiografia forma a imagem, indicações e limites do método.

Tomografia computadorizada

Princípio do exame, indicações principais e uso de contraste.

Ressonância magnética

Como funciona, tipos de sequência e quando a RM é a melhor escolha.

Ultrassonografia

O exame de ultrassom, suas aplicações e o uso do Doppler.

Mamografia

Como é feita, rastreamento, tomossíntese e leitura do resultado.

Medicina nuclear

Exames com radiofármacos: cintilografia, PET/CT e indicações.

Exames com contraste

Tipos de contraste, indicações, reações adversas e cuidados.

PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas comuns sobre diagnóstico por imagem

Radiografia, tomografia computadorizada, mamografia, densitometria óssea e os exames de medicina nuclear, como cintilografia e PET/CT. Ultrassonografia e ressonância magnética não usam radiação ionizante. Veja radiação em exames de imagem.

A tomografia usa raios X, é rápida e costuma ser a primeira escolha na urgência, no trauma e na avaliação do pulmão e dos ossos. A ressonância usa campo magnético e ondas de radiofrequência, leva mais tempo e mostra melhor as partes moles, como cérebro, medula, articulações e pelve. A escolha depende da indicação clínica.

São sistemas que padronizam o laudo em categorias de risco e ligam cada categoria a uma conduta. Os mais usados são o BI-RADS (mama), o PI-RADS (próstata) e o TI-RADS (tireoide). A classificação de Bosniak, para cistos renais, segue a mesma lógica.

No Brasil, a emissão de laudo de exames de imagem é ato privativo do médico (Lei nº 12.842/2013), em geral um radiologista com registro de especialidade. Quando o laudo é feito a distância, segue a Resolução CFM nº 2.107/2014. Veja como funciona a telerradiologia.

Laudos com radiologistas subespecialistas

A STAR emite laudos a distância para hospitais, clínicas e centros de imagem, com subespecialistas em tórax, abdome, neurorradiologia, musculoesquelético, mama, cardiologia e medicina nuclear.

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Outras áreas da Enciclopédia

Gestão de Serviços de Imagem

Faturamento, codificação, custos, capacidade e atendimento.

Qualidade, Segurança e Regulação

Radioproteção, normas, acreditação, auditoria de laudos e LGPD.

Tecnologia e Sistemas

PACS, RIS, DICOM, inteligência artificial e equipamentos.